por entre imagens, história e livros, ricardo da costa analisa a morte, o além, o paraíso e o inferno na doutrina para crianças, de ramon llull.
adriano de paula rabelo visita lugares imaginados e gozos perpétuos.
nesta edição, virgínia boechat nos brinda com cinco de seus poemas.
izabela leal traduz “le pèse-nerfs”, de antonin artaud.
nesta edição, luis maffei resenha a inexistência de eva, de filipa leal.
com uma “linha livre, que parte do inconsciente”, a gaúcha julia duarte traz, à edição #17, seus traços e cores.
ângela sarmento passeia pelo abécédaire de gilles deleuze.
“um livro não é, de modo algum, moral ou imoral. os livros são bem ou mal escritos. eis tudo”, dizia wilde em sua obra mais famosa. nesta edição, a revista pequena morte. traz comentários de seis diferentes pesquisadores/escritores/professores sobre a provocação do escritor inglês.
em marienbad, ricardo pinto de souza nos traz burckhardt, o tempo e os clássicos.
um clássico é o livro sempre relido porque seu conteúdo formou de antemão nosso entendimento, como uma espécie de herança genética. mas um clássico é também um livro que possua algo de indestrutível, que o tempo e as reduções não conseguem roer, relembra nosso colunista ricardo pinto de souza. se de clássicos falamos, pegam-nos pela [...]